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"O maior inimigo da autoridade é o desprezo e a maneira mais segura de solapá-la é o riso." (Hannah Arendt 1906-1975)

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segunda-feira, 14 de agosto de 2017

SOBRAM NOMES DE UM LADO, FALTAM CANDIDATOS DO OUTRO




Governo e oposição peemedebista, o maior e mais denso núcleo de opositores no Estado, vivem uma curiosa si­tuação antagônica quando o assunto é candidaturas para compor a cha­pa majoritária nas eleições do ano que vem. O que tem em um la­do, às vezes até demais, falta no outro.

A chapa da base aliada para o governo tem a cabeça definida. Será o vice-governador José Eliton, que estará no exercício do governo durante o período eleitoral, o que fará dele candidato à reeleição. Definição desse lado, confusão do outro.

No PMDB, a guerra entre iristas e maguitistas tornou-se franca, aberta e sem quartéis para a definição do nome a ser ungido como candidato ao governo. Um lado defende o senador Ronaldo Caiado, presidente regional do DEM. O outro vai com o deputado federal Daniel Vilela, presidente regional do PMDB.

Disputa

A cabeça de chapa é o único cargo que está sendo disputado no PMDB, situação oposta da base aliada, pacificada em torno de José Eliton. Na chapa para o Senado, a situação é exatamente oposta. Até por falta de pretendentes, no PMDB não se ouve qualquer zunzum a esse respeito. Todos os cargos — dois titulares e quatro suplentes — estão à disposição para livre acesso. Já na base aliada o bicho tem pegado por excesso de candidatos.

Os dois senadores em fim de man­dato, Lúcia Vânia, PSB, e Wil­der Morais, PP, são integrantes da base aliada. Pelo menos, em tese. Há dúvida se a senadora, que deixou o PSDB e se aninhou na presidência regional do PSB, vai permanecer aliada ou mudará de trincheira política. Assim, as coisas começam a se complicar para encontrar o caminho mais ameno para conciliar todos os que querem disputar o Senado. Das duas vagas em jogo, uma delas teria destinação natural e cativa para o governador Marconi Perillo. Isso se ele não disputar voo nacional, seja como candidato a vice, seja como candidato a presidente da República. Se optar pelo Senado, a base terá somente uma vaga restante.

Se apenas três nomes já mostram que o problema existe, imagine então quando se abre o leque dentre os partidos mais importantes na composição geral da base aliada, como o PTB e o PSD. A dificuldade maior reside no PSD. O presidente regional do partido, ex-deputado federal Vilmar Rocha, diz que será candidato a governador ou a senador. O PTB diz que sua pretensão é mais tranquila, e vai se contentar em participar da chapa majoritária qualquer que seja o cargo. No caso, vice-governador ou senador.

Diante de tantos candidatos e, por incrível que possa parecer, tão poucas vagas, o governador Marconi Perillo chegou a dizer recentemente que poderia migrar sua atuação para o nível nacional, participando mais diretamente, como candidato ou não, da campanha presidencial do PSDB. Lúcia Vânia ouviu essa história, mas não acredita nela. A senadora entende que a presença do governador na disputa fortalece todos os candidatos da base aliada, e sem ele por perto a situação tende a se complicar inclusive eleitoralmente.

Balanço

O que é pior, ter apenas uma definição para fazer, como é o caso do PMDB com a disputa entre Daniel Vilela e Ronaldo Caiado, ou um grande número de bons nomes para escalar uma seleção imbatível? Os dois lados, embora vivam situações antagônicas, têm um problemão pela frente.

Candidatos a senador representam uma composição importante de força que o candidato a governador deve demonstrar para o eleitorado. Se o nome em cima é competitivo, mas seus companheiros de chapa majoritária são desconhecidos e sem apelos eleitorais, há prejuízos, embora não signifique um impedimento para a vitória sozinho. De qualquer forma, é obviamente um esforço de superação.

Já a profusão de candidatos em boa situação gera uma enorme dificuldade de tessitura política para evitar que o caldo entorne — entenda-se isso como abertura de dissidências. Para a base aliada, a esperança é que, mais uma vez, o governador Marconi Perillo consiga montar essa grande conciliação com o mínimo de prejuízos, se houver. A força da base é exatamente a unidade, exatamente o que sempre faltou nas oposições.

(Jornal Opção) 

Segunda-feira, 14 de agosto, 2017 ás 07hs00

sábado, 12 de agosto de 2017

HILDO DO CANDANGO PARTICIPA DE SEMINÁRIO PROMOVIDO PELA ANTT SOBRE O TRANSPORTE SEMIURBANO




O auditório Eliseu Resende da Agencia Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) foi palco da apresentação do novo modelo de outorga para o transporte semiurbano que será adotado pela Agência. O evento contou com a participação do presidente da AMAB, Hildo do Candango, do secretário de Transporte de Águas Lindas de Goiás, Vicente Manoel, da prefeita de Novo Gama, Sônia Chaves, e de diversos representantes dos municípios que poderão ter acesso ao novo modelo de outorga.

Os diretores da ANNT explanaram a nova forma que passará outorga por meio da criação de Consórcios públicos entre os municípios envolvidos e o Governo do Distrito Federal. A nova modalidade de delegação de outorga já está sendo aplicada entre as cidades de Timon (MA) e Teresina (PI). “O transporte de passageiros entre as cidades que compõe a região do entorno, em especial de Águas Lindas de Goiás, é uma demanda crescente e alvo de inúmeras reclamações de nossa população. Esta nova forma de outorga permitirá que possamos criar os consórcios e gerir, planejar, regular e fiscalizar o serviço do transporte interestadual. Esta é a nossa luta desde o primeiro dia da nossa gestão”, disse Hildo do Candango.

A AMAB irá incorporar uma grande campanha visitando cada município para promover o engajamento e reivindicar a autorização junto à ANTT.  “Não tínhamos o instrumento jurídico que desse segurança para a participação efetiva para os municípios procederem qualquer tipo de intervenção no sistema da forma que está. Com a criação destes consórcios, poderemos trabalhar de forma efetiva para a melhoria do sistema publico de transporte de passageiros”, complementa Hildo.

Com a delegação de outorga proposta pela ANTT, os municípios criarão Consórcios públicos por meio de Leis municipais que serão discutidas nas Câmaras Legislativas para a normatização do processo.

Sexta-feira, 11 de agosto, 2017 ás 07hs00

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

JUSTIÇA CONSIDERA ILEGAL AUMENTO NAS PASSAGENS DO INÍCIO DESTE ANO




O decreto que aumentou em até R$ 5 o valor das passagens do transporte público da capital no início deste ano é ilegal, de acordo com decisão da juíza Cristiana Torres, da 1ª Vara da Fazenda Pública, desta quinta (9). No entanto, até não couber mais recurso, o preço continuará o atual.

O reajuste, anunciado em dezembro do ano passado, aumentou de R$ 2,25 para R$ 2,50 a tarifa nas linhas circulares e alimentadoras do BRT; de R$ 3 para R$ 3,50 em linhas metropolitanas consideradas curtas; e de R$ 4 para R$ 5 no restantes das linhas e para o metrô.

O aumento foi justificado pela Secretaria de Mobilidade do DF como necessário para acompanhar a elevação dos gastos com o sistema, para manter a gratuidade para estudantes e pessoas com deficiência, e para compensar cerca de dez anos de tarifas congeladas.

Sexta-feira, 11 de agosto, 2017 ás 07hs00