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"O maior inimigo da autoridade é o desprezo e a maneira mais segura de solapá-la é o riso." (Hannah Arendt 1906-1975)

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terça-feira, 6 de dezembro de 2011

KEPLER 22-B: PRIMEIRO PLANETA PARECIDO COM A TERRA CONFIRMADO


Cientistas confirmaram a existência de um planeta semelhante a Terra na “zona habitável” em torno de sua estrela mãe. 

Kepler 22-b encontra-se cerca de 600 anos-luz de distância e tem cerca de 2,4 vezes o tamanho da Terra, com uma temperatura de cerca de 22 graus Celsius.
Kepler 22-b está 15% mais perto de seu sol do que a Terra está do nosso sol, e seu ano dura cerca de 290 dias. No entanto, a estrela do planeta anfitrião tem cerca de 25% menos luz, mantendo a temperatura do planeta amena o suficiente para apoiar a existência de água líquida.

Até agora, esse é o planeta mais próximo parecido com o nosso – uma “Terra 2.0″. O que os astrônomos ainda não sabem, no entanto, é se Kepler 22-b é feito principalmente de gás, rocha ou líquidos.

Kepler 22-b era um dos 54 candidatos a exoplanetas em zonas habitáveis relatados pela equipe de Kepler em fevereiro, e é apenas o primeiro a ser formalmente confirmado usando outros telescópios.

Mais “Terras 2.0″ podem ser confirmadas no futuro, apesar de que uma redefinição dos limites da zona habitável trouxe o número de 54 para 48. 10 deles são do tamanho da Terra.
Durante a conferência em que esse resultado foi anunciado, a equipe de Kepler também disse que avistou 1.094 novos candidatos a planetas. O número total de candidatos encontrados pelo telescópio está agora em 2.326 – dos quais 207 são aproximadamente do tamanho da Terra.

Os resultados sugerem que os planetas que vão desde o tamanho da Terra a cerca de quatro vezes o tamanho da Terra – os chamados “super Terras” – podem ser mais comuns do que se pensava.

O telescópio espacial Kepler foi projetado para olhar para uma faixa fixa do céu, para cerca de 150.000 estrelas. O telescópio é sensível o suficiente para ver quando um planeta passa na frente de sua estrela-mãe, escurecendo um pouco a luz da estrela.
Kepler identifica essas pequenas mudanças na luz das estrelas como candidatos a planetas, que são depois confirmados por observações de outros telescópios em órbita e na Terra.

Conforme os candidatos a planetas semelhantes à Terra são confirmados, a Busca por Inteligência Extraterrestre (Seti, na sigla em inglês) tem um foco mais estreito para sua caça.

“Esta é uma oportunidade excelente para observações”, disse Jill Tarter, do Seti. “Pela primeira vez, podemos apontar nossos telescópios para as estrelas sabendo que elas realmente hospedam sistemas planetários – incluindo pelo menos um que se aproxima da Terra na zona habitável em torno de sua estrela mãe”, completa.[BBC]

Terça – feira 6/12/2011

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

FÁTIMA BERNARDES SE DESPEDE DO 'JN' COM "ATÉ BREVE"


Fátima Bernardes e Patrícia Poeta no dia do anúncio da troca das apresentadoras
Foto: TV Globo/Divulgação

"Boa noite, e até breve." Com estas palavras, Fátima Bernardes se despediu da apresentação do Jornal Nacional na noite desta segunda-feira (5/11), após 14 anos dividindo a bancada do telejornal com o marido William Bonner. 

Fátima agradeceu aos telespectadores e disse que só conseguiu que seu novo programa fosse aprovado graças ao carinho e respeito do público. Aproveitou também para dar as boas vindas à nova apresentadora do jornal, Patrícia Poeta, que estava a seu lado na bancada. "Você terá uma equipe competente e um chefe generoso", disse.

Poeta agradeceu a recepção, apesar do nervosismo. "Estou com aquele friozinho na barriga normal", disse. "Me sinto como se estivesse começando em um emprego novo, mas animada por poder aprender com uma nova equipe." 

Patrícia Poeta assume a bancada do Jornal Nacional a partir desta terça-feira (6/12/2011). Fátima Bernardes agora vai preparar seu novo programa, que estreia em 2012 nas manhãs da Globo.

( Terra)
Segunda –feira 5/12/2011 ás 21:30

“CEARENSE” VENCE MISS BUMBUM


Representando o Ceará, a loira Rosana Freitas foi a vencedora do 1º Miss Bumbum Brasil, concurso promovido na última semana pela revista Sexy para eleger a dona do bumbum mais bonito do País. Mas há um fato inusitado na escolha: após ser anunciada como vencedora, Rosana contou que é natural do Espírito Santo, mas “adora” as praias cearenses. “Já fui para Lagoinhas”, afirmou. Como prêmio, a capixaba levou R$ 5 mil.

 
 Segunda 5/12/2011 ás 7:05h

domingo, 4 de dezembro de 2011

VAMOS ENTERRAR OS PLÁSTICOS PARA LIMPAR A ATMOSFERA?


Essa estranha proposta é apresentada por um dos personagens do aclamado romancista americano Jonathan Franzen. Com teores naturalistas, ele vem se firmando com um dos mais importantes escritores atuais. Em suas obras, costuma traficar noções de ecologia. No livro The Corrections, pesquei uma declaração provocante de um dos personagens. A tese do personagem é a seguinte.

A história do carbono é a história do planeta. A Terra era muito quente 400 milhões de anos. A atmosfera então era irrespirável. Composta por metano e dióxido de carbono (gás carbônico). A Natureza ainda não tinha aprendido a decompor a celulose. Por isso, quando uma árvore caía, ficava no solo e era enterrada pela próxima árvore a cair. Era o período Carbonífero. A Terra era coberta por uma vegetação luxuriante. Durante milhões e milhões de anos, com as árvores caindo sucessivamente, quase todo o carbono que estava na atmosfera foi tirado do ar e enterrado sob o solo. E é lá que ele ficou até recentemente. São os depósitos de combustíveis fósseis, como carvão e petróleo.

Hoje, quando uma árvore cai, os fungos e micróbios digerem a celulose. E todo o carbono dos troncos, galhos, folhas e raízes volta para o ar. Nunca haverá outro Carbonífero. Porque não há como fazer a Natureza desaprender como biodegradar a celulose.

Quando o mundo ficou frio o suficiente, os mamíferos surgiram na Terra. Mas agora o mamífero mais esperto de todos começou a tirar o carbono dos depósitos subterrâneos e jogá-lo de novo na atmosfera. Enquanto queimamos o carvão, o gás natural e o petróleo, despejamos o carbono das profundezas da terra no ar outra vez. Quando tivermos terminado de queimar todo esse carbono, teremos a atmosfera pré-histórica outra vez. Uma atmosfera quente e estranha que ninguém viu na Terra durante 300 milhões de anos. Uma atmosfera que certamente não será boa para os mamíferos como nós.

A moral da história, para o personagem de Frazen, é que não se deve reciclar o plástico. É melhor mandar tudo para o depósito de lixo, onde ele será enterrado. “Vamos enterrar o carbono”, diz o personagem do escritor.

A história do carbono está certa. É uma bela maneira de apresentar a enrascada em que nos metemos. Mas enterrar o plástico não resolve. Porque a produção do plástico envolve a retirada de uma quantidade maior de petróleo do fundo da Terra, e a queima de boa parte do carbono. Para cada quilo de plástico produzido numa refinaria, outros quilos de carbono viram combustível que, queimado, alimenta a atmosfera de carbono.

O único jeito seria adotar uma estratégia hoje impossível: enterrar plástico derivado de biomassa, como o que algumas fábricas brasileiras estão fazendo a partir da cana de açúcar. Ele não é biodegradável, como um plástico comum. Pelo menos por enquanto, nenhum organismo consegue digerir esses plásticos, como acontecia no passado com a celulose. Se houvesse bastante plantação de cana, ela retiraria o carbono da atmosfera durante o crescimento, pela fotossíntese. Mas isso exigiria uma área tão grande de plantações de cana que talvez não houvesse espaço para cultivarmos alimento na superfície, nem construírmos nossas cidades. E levaria milhares de anos. É uma boa tese, mas não muito praticável.

Se isso fosse feito, o carbono do plástico de cana seria enterrado. Até que, talvez, algum organismo aprendesse a digerir esse material orgânico e transformá-lo em outra coisa, como aconteceu com os micróbrios que digeriram as florestas do Carbonífero e a transformaram em petróleo. Até que algum ser futuro, daqui a alguns milhões de anos, resolvesse cavar esse combustível e jogá-lo na atmosfera outra vez. Mas aí nós não estaríamos mais aqui para ver o resultado.

(Alexandre Mansur)
Domingo. 4/12/2011 ás 7:05h

sábado, 3 de dezembro de 2011

MÉDICO QUE 'FABRICA' OLHOS AZUIS CONSIDERA TESTES NO BRASIL


O anúncio de um novo procedimento capaz de transformar olhos castanhos em azuis levantou polêmicas, interessou a muita gente e causou desconfiança em especialistas. Ainda em fase de testes, a técnica já foi aplicada em pequena escala e será testada em um grupo de 100 pessoas para determinar seu efeito e segurança. Para realizar a mudança, o médico aplica um raio laser no olho do paciente destruindo o pigmento marrom da íris.

De acordo com Gregg Homer, criador do procedimento, a transformação não tem efeitos colaterais, mas o ex-presidente da Sociedade Brasileira de Oftalmologia, Mário Motta, afirma que a aplicação do laser causa uma irritação na íris que pode vir a se transformar em problemas graves. De acordo com Motta, a irritação é inevitável e ela pode tanto desaparecer sem causar doenças como também pode se transformar em um glaucoma ou até uma catarata.

Além da polêmica médica, o procedimento também têm oposição entre pessoas que acham excessivo mudar a cor do olhos ou ainda que vêem na transformação um reforço de ideias racistas.


 Julia Dantas

Sábado - 03/12/ 2011 às 18h19