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"O maior inimigo da autoridade é o desprezo e a maneira mais segura de solapá-la é o riso." (Hannah Arendt 1906-1975)

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sábado, 30 de abril de 2016

COMO CIENTISTAS CRIARAM POR ACIDENTE UMA BATERIA QUE DURA A VIDA TODA




 Criar uma bateria que dure toda a vida parecia algo difícil, mas um grupo de pesquisadores americanos conseguiu realizar o feito.

E fizeram isso por acidente.

Cientistas da Universidade da Califórnia, em Irvine, nos Estados Unidos, estavam procurando uma forma de substituir o lítio líquido das baterias por uma opção mais sólida e segura - as baterias de lítio são extremamente combustíveis e muito sensíveis à temperatura- quando acabaram criando esta bateria 400 vezes mais eficiente que as atuais.

Eles começaram a fazer testes com nanocabos de ouro recobertos com um gel de eletrólitos e descobriram que eram incrivelmente resistentes. A bateria podia continuar trabalhando de forma efetiva durante mais de 200 mil ciclos de carga.

Durante muito tempo, os cientistas fizeram testes com nanocabos para baterias.

Isso porque eles são milhares de vezes mais finos que o cabelo humano, altamente condutores e contam com uma superfície ampla para o armazenamento e transferência de elétrons.

O problema é que esses filamentos são extremamente frágeis e não aguentavam a pressão de carga e descarga.

Mas um dia a estudante de doutorado Mya Le Thai decidiu colocar nestes delicados fios uma capa de gel.

"Mya estava 'brincando' e cobriu tudo com uma fina capa de gel antes de começar o ciclo", explicou Reginald Penner, conselheiro do departamento de química da Universidade da Califórnia em Irvine.

"Descobriu que apenas usando este gel (de eletrólitos) podia submetê-los a ciclos (de carga e descarga) centenas de milhares de vezes sem que perdessem sua capacidade", diz.

Ela fez isso durante três meses.

O problema do ouro
"Isso é incrível porque essas bateria tipicamente morrem depois de 5 mil ou 6 mil ciclos, 7 mil no máximo", acrescenta.

Penner contou à revista Popular Science que, quando começaram a testar os dispositivos, se deram conta de que as baterias não iam morrer.

Os especialistas acreditam que a efetividade da bateria de Irvine se deve ao fato de a substância viscosa plastificar o óxido metálico na bateria e lhe dar flexibilidade, o que evita rachaduras.

"O eletrodo revestido mantém sua forma muito melhor, o que faz com que seja uma opção mais confiável", explicou Thai.

"Esta pesquisa prova que as baterias com nanocabos de ouro podem ter uma vida longa e que são uma realidade", acrescentou.

Segundo o estudo, após submeter a bateria a 200 mil ciclos, ela só perdeu 5% de sua carga máxima.

Mas ainda resta um longo caminho antes que estas baterias comecem a ser vistas em nossos celulares.

Por mais finos que sejam esses filamentos, eles são de ouro, o que faz com que as baterias sejam muito caras para fabricação em massa.

Para solucionar este problema, Penner sugeriu a Popular Science a possibilidade de substituir o ouro por uma metal mais comum, como o níquel.

Da BBC Mundo

Sábado, 30 de abril, 2016

quinta-feira, 21 de abril de 2016

APÓS SUGESTÃO POPULAR, PROIBIÇÃO DO LIMITE A INTERNET PODE VIRAR LEI




Bastaram seis dias para que a ideia de pôr fim ao limite ou corte de velocidade à internet residencial alcançasse o apoio de mais de 20 mil pessoas. Por meio do Portal e-Cidadania, do Senado, a população reuniu as assinaturas onlines necessárias para transformar a ideia em uma Sugestão Legislativa que vai tramitar no Senado.

A Sugestão Legislativa é uma contribuição popular. Ela precisa ser avaliada em comissões do Senado para, depois, se tornar um projeto de lei. A Sugestão Legislativa que proíbe o corte de acesso à internet será examinada pela Comissão de Direitos Humanos.

O assunto da limitação da internet banda larga gerou grande mobilização nas redes sociais após algumas operadoras anunciarem que passarão, a partir de 2017, a cortar o acesso dos usuários que atingirem o limite de sua franquia de dados, e oferecerão pacotes com franquias diferenciadas. O serviço seria semelhante ao que já é oferecido pela internet móvel, usado em aparelhos de celular, por exemplo.

Na segunda-feira (18), a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) suspendeu por 90 dias a implementação do corte e determinou que as operadoras informem os usuários sobre seus planos. No entanto, o presidente da Agência, João Rezende, disse, em entrevista à imprensa, que as operadoras não têm mais condição de oferecer internet ilimitada.

Senadores debatem. O anúncio das operadoras de banda larga também incomodou alguns senadores. Walter Pinheiro (Sem Partido - BA), um dos principais líderes no Congresso para a aprovação do Marco Civil da Internet - lei que destacou o Brasil mundialmente em 2014 -  vê como mais um absurdo o anúncio das operadoras.

"As operadoras já tinham adotado uma postura dessa na internet móvel. Agora é adotar efetivamente uma postura de cerceamento, uma violência ao Marco Civil da Internet, que é, na prática, você começar a limitar o uso da Internet. É uma forma dissimulada de dizer que não estão cortando o conteúdo, que eu estão cortando uma quantidade de dados, mas isso é cortar conteúdo", afirmou o senador.

Na manhã da quarta-feira, 20, senadores aprovaram um requerimento para a realização de uma audiência pública para discutir o tema. As comissões de Serviços de Infraestrutura, do Meio Ambiente, e de Ciência e Tecnologia vão se reunir para discutir as providências que devem ser tomadas para evitar problemas apontados pelos consumidores.

Serão convidados Eduardo Moreira, presidente da Sinditelebrasil, que representa as empresas de telefonia, além de representantes da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), do Ministério das Comunicações e de órgãos de defesa do consumidor, como o Procon de Goiás e o Proteste. A data para realização da audiência pública ainda não foi definida. (AE)

Quinta-feira, 21 de abril, 2016

sábado, 9 de abril de 2016

GOPRO REVELA ACESSÓRIO PARA CAPTAR CONTEÚDO DE REALIDADE VIRTUAL




A GoPro, enfim, entrou oficialmente no mercado de realidade virtual. A companhia anunciou, nesta quarta-feira (7), o Omni, uma espécie de “Mount” para juntar seis câmeras da marca e, assim, permitir a captura de conteúdo em 360 graus – o que já é possível atualmente com acessórios similares.

O produto ainda não tem data de lançamento e preço definidos, mas, já é uma novidade muito aguardadas por aqueles que são amantes das actions cam.

De acordo com o site Engadget, a tendência é que o Omni seja lançado no começo do segundo semestre. O acessório seria comercializado tanto separadamente como em um bundle já com a seis câmeras. Nos Estados Unidos, seis máquinas Hero 4 saem por cerca de US$ 3 mil (em torno de R$ 12 mil). Ou seja, o bundle deve sair por um preço nesta faixa, já que não faria sentido ser muito mais caro do que isso, pois não haveria vantagem em comprá-lo.

Alguns concorrentes custam bem mais caro do que isso, como o Nokia Ozo, que sai por US$ 60 mil (R$ 240 mil, aproximadamente), e o próprio Odyssey, lançado pela GoPro em parceria com o Google Jump VR, que é voltado para 16 câmeras e sai por US$ 15 mil (em torno de R$ 60 mil). A ideia do Omni é ser mais acessível e um produto “totalmente GoPro”.

“Graças ao acessório esférico Omni, você terá a experiência mais imersiva possível”, diz a empresa.
Os vídeos em 360 graus são uma nova realidade. O conteúdo está fazendo muito sucesso no YouTube e no Facebook, principalmente, e ratifica a chegada de dispositivos cada vez mais imersivos. Esta é mais uma boa notícia para quem trabalha ou quer simplesmente fazer este tipo de conteúdo para registrar momentos para a posteridade. Resta, agora, esperar os detalhes oficiais de preço e lançamento do gadget.

Por: Thiago Barros

Sábado, 09 de abril, 2016