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quarta-feira, 22 de maio de 2013

AMERICANA DE 18 ANOS CRIA BATERIA QUE RECARREGA EM 20 SEGUNDOS




Eesha Khare ganhou R$ 100 mil em feira de ciência e engenharia por ter desenvolvido um novo tipo de sistema de armazenamento de energia

Com apenas 18 anos, a jovem americana Eesha Khare conseguiu desenvolver um novo sistema de armazenamento de energia que permite um recarregamento completo num período entre 20 e 30 segundos.

A tecnologia é importante porque pode abrir caminho para a fabricação de celulares com baterias recarregáveis rapidamente, evitando um dos maiores transtornos em relação a esses aparelhos na atualidade.

Além de recarregar em segundos, o sistema de armazenamento de Eesha Khare pode manter uma grande quantidade de energia num pequeno espaço e conservar essa energia por um longo período.

A invenção rendeu a Eesha o prêmio de US$ 50 mil (cerca de R$ 100 mil) da Fundação para Jovens Cientistas na Feira Internacional de Ciência e Engenharia da Intel, realizada nos Estados Unidos.

Durabilidade
O sistema tem uma durabilidade de 10 mil ciclos de carga e recarga, mais do que baterias normais conseguem suportar.

"A bateria do meu celular sempre morre", disse Eesha a emissora de TV americana NBC, sobre a fonte de inspiração para a sua invenção.

Ela explicou que foi justamente a evolução dos celulares a fizeram se interessar pela nanoquímica.
Até agora a tecnologia só foi testada para acender uma lâmpada de LED, mas Aashe quer agora adaptá-la para uso em celulares e outros aparelhos portáteis.

Outra possível aplicação futura seria em veículos elétricos, nos quais a tecnologia garantiria a eles mais autonomia entre reabastecimentos.

Fonte: BBC Brasil
Quarta-feira 22 de maio

terça-feira, 21 de maio de 2013

GOVERNO QUER ATINGIR POPULAÇÃO SEM ACESSO A BANCOS COM CRIAÇÃO DE REGRAS PARA PAGAMENTOS COM CELULARES



Por meio da criação de regras para pagamentos a partir de celulares, o governo quer alcançar a população que não tem acesso à rede bancária, disse o diretor de Política Monetária do Banco Central, Aldo Mendes. Mendes destacou que a Medida Provisória (MP) 615, publicada segunda-feira (20/5) no Diário Oficial da União, tem um prazo de seis meses para ser regulamentada por meio de instrumentos normativos do BC, Ministério das Comunicações e Ministério da Fazenda. Parte da regulamentação terá de ser submetida ao Conselho Monetário Nacional (CMN).

O diretor participou de coletiva de imprensa para explicar a MP. Segundo Mendes, as normas buscarão contemplar quesitos como a universalidade e segurança do sistema. Além disso, pode haver um limite para o valor dos pagamentos a partir dos dispositivos móveis.

Segundo Mendes, a regulamentação seguirá o princípio de que deve haver uma interoperabilidade do sistema, ou seja, que pagamentos possam ser feitos entre clientes de diferentes empresas de telefonia. "Queremos o arranjo mais aberto possível. Quanto mais universal, melhor", disse. Como garantia de segurança, o recurso do consumidor não se confundirá com o da operadora ou outras pessoas jurídicas envolvidas na prestação do serviço.

O modelo deve servir para transferências financeiras de tíquete mais baixo e o usuário não precisará ter conta bancária. As transferências poderão ser feitas a partir de uma conta virtual para esse fim, chamada conta de pagamento. Para converter o saldo dessa conta em espécie, o cliente deverá se dirigir a correspondentes bancários.

O secretário de Telecomunicações do Ministério das Comunicações, Maximiliano Salvadori, que também participou da coletiva, disse que o objetivo da medida provisória é regular um cenário já existente. "As operadoras já estão provendo [ferramentas para pagamento via celular]. Com esse marco legal, há um ambiente mais definido", ponderou.

Segundo Salvadori, contatos da pasta com as operadoras de telefonia revelam que há uma intenção das empresas de alcançar 50% de sua base de clientes em curto prazo com o pagamento desde o dispositivo móvel. "Como são 260 milhões de linhas ativas no país, em aproximadamente dois anos [o sistema de pagamentos pelo celular] pode ter 130 milhões de usuários", estimou. Salvadori diz que a intenção é que a partir da regulamentação do governo o pagamento seja "tão simples quanto enviar SMS" e possa ser feito a partir de celulares com tecnologia 2G, os mais simples do mercado. Além disso, a intenção é que não seja necessário usar a internet.

O secretário de Telecomunicações ressaltou que atualmente as empresas de telefonia fazem mais de 8 milhões de recargas diárias, o que dá uma ideia da capilaridade que o aparelho móvel alcançou entre os brasileiros. "Acredito que as operadoras estão aptas a fazer esse tipo de serviço", disse

Fonte: Agência Brasil
Terça-feira 21 de maio



sábado, 18 de maio de 2013

QUANDO E POR QUANTO O GALAXY S4 DO GOOGLE CHEGARÁ AO BRASIL?




O Galaxy S4 “tradicional” chegou ao Brasil faz poucos dias, mas o anúncio do Google de uma versão com Android "puro" do novo top de linha da Samsung pode fazer com que os interessados no aparelho considerem esperar a chegada da nova versão ao mercado brasileiro. O TechTudo vai tentar esclarecer esta questão.

Primeiramente, é importante frisar que o Google não se pronunciou sobre o lançamento do novo modelo do smartphone em mercados internacionais. O Galaxy S4 com Android padrão vai chegar aos Estados Unidos antes do resto do mundo, no fim de junho. E não há nem sequer a confirmação de que o telefone vai, de fato, ser comercializado em outros países.

Porém, caso o S4 do Google siga o padrão de distribuição do S4 tradicional, ele não vai demorar muito a ser vendido no Brasil. Afinal, o mercado brasileiro recebeu as primeiras unidades do aparelho, em sua primeira versão apenas alguns dias após os americanos. Atualmente, menos de um mês depois, ele já está disponível em todo o país.

Nos Estados Unidos, o S4 “do Google” vai ser vendido diretamente na loja de produtos do Google Play, que não está disponível no Brasil nem para produtos da linha Nexus, que precisam de investimento das fabricantes para serem comercializados no país. Isso talvez seja um entrave na comercialização do aparelho no mercado brasileiro

Até porque, com a versão já tradicional do novo Galaxy à venda, não parece haver um grande motivo para a Samsung investir em lançar o novo modelo no Brasil. O preço é também uma incógnita. Mas, caso o Galaxy do Google seja comercializado no país, o custo dele para o consumidor não deve ser muito diferente do seu “irmão”.


Nos Estados Unidos, ele custará US$ 649 (R$ 1,3 mil) com uma versão de 16 GB de capacidade de armazenamento e compatível com 4G. O modelo original, com as mesmas configurações, custa US$ 749 (cerca de R$ 1,5 mil). No Brasil, como a "versão Samsung" sai por R$ 2,4 mil desbloqueado, se o aparelho realmente viesse, o lógico seria que ele custasse um pouco menos, algo em torno de R$ 2,2 mil. 

Sábado 18 de maio

terça-feira, 14 de maio de 2013

FIM DOS JORNAIS? INTERNET É MÍDIA MAIS IMPORTANTE PARA 88% DOS BRASILEIROS, MOSTRA PESQUISA




A internet veio para ficar e já é a mais querida dos brasileiros.
Televisão (55%), jornais (44%), rádio (29%) e revistas (24%) já não são mais a preferência da maioria dos brasileiros. A internet é considerada a mídia mais importante para 88% das pessoas, de acordo com a segunda edição da pesquisa “Brasil Conectado – Hábitos de Consumo de Mídia 2013”, realizada pela comScore e pelo Interactive Advertising Bureau (IAB Brasil) com mais de duas mil pessoas.

Em um ano, o acesso à internet via smartphones avançou dez pontos percentuais. Em 2012, 42% dos brasileiros usavam a web por meio dos aparelhos móveis. Neste ano, o índice subiu para 52%. A maior parte deles, 37%, navegou durante 14 horas por semana, ou seja, média diária de duas horas. Segundo o estudo, pessoas com menos de 35 anos são mais propensas a usar a internet em smartphones, preterindo o uso de tablets. Desktops e laptops são mais usados para acessar a internet, porém os jovens preferem smartphones, tablets e consoles de videogame.

O acesso à internet é feito majoritariamente em casa pela manhã (58%) ou à noite (65%), via desktop. Quando o uso da internet é feito em casa, mas em dispositivos móveis, o percentual cai para 22% (durante a manhã) e 25% (à noite). No trabalho, a internet é acessada por 43% das pessoas em desktops ou laptops e por 22% dos entrevistados em smartphones ou tablets.

A internet móvel afeta a relação das pessoas com conteúdos produzidos e veiculados pela televisão. De acordo com a pesquisa, 73% dos espectadores navegam pela web enquanto assistem TV, mas praticamente todos (94%) prestam atenção igual ou maior à internet. Entre os que usam notebooks, a grande maioria (56%) faz atividades online não relacionadas às atrações que estão acompanhando na TV. Quando a navegação é feita por celulares (48%) e por tablets (47%) o percentual cai, pelo menos, oito pontos percentuais.

A pesquisa revela que 85% dos pesquisados usam a internet mais de uma vez por dia, número bastante acima em comparação aos telespectadores, já que 60% assistem TV, pelo menos, duas vezes ao dia.
Publicidade

O levantamento mostra que a publicidade digital é considerada mais efetiva e criativa que as campanhas feitas no meio televisivo. A propaganda feita em plataformas online é menos incômoda que a veiculada na TV (32% contra 18%), mais informativa (50% contra 21%) e, ao mesmo tempo, mais evidente (45% contra 36%). Para o vice-presidente executivo do IAB Brasil, Marcelo Lobianco, o resultado mostra a tendência do mercado e o impacto da publicidade online. “O fato de que 84% dos participantes afirmam já ter comprado algum produto online, seja por meio de computador, laptop, smartphone ou tablet, demonstra que o brasileiro está perdendo o ‘medo’ de utilizar a internet para ações além de navegar e acessar redes sociais”.

Fonte: Portal comunique-se.com.br  

Terça-feira 14 de maio  

EMPRESAS DE INTERNET “VÃO ENGOLIR TODAS AS MÍDIAS”, PREVÊ MINISTRO




Dizendo-se amante das novas e das velhas tecnologias, o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, acredita que as “empresas de internet vão engolir as telecom, as rádios, as televisões e todas as mídias”. Em entrevista ao Brasil Econômico dessa segunda, 13, ele defendeu a regulação da mídia e criticou a propriedade de veículos de comunicação por parte de políticos.

Bernardo ressaltou que o Google é a segunda maior empresa que recebe verba publicitária no Brasil, atrás apenas da Rede Globo. Além disso, enfatizou que o mercado caminha para uma convergência de plataformas. “A tendência agora é a televisão, o rádio, toda mídia trafegar por dentro da internet, seja no computador, no smartphone, no tablet, na TV. Daqui a muito pouco tempo a televisão será usada para ver Google Maps, para postar nas redes sociais, para navegar, jogar e até para ver televisão”.

Regulação da imprensa
Diante desse cenário, o ministro defende a regulação do segmento de comunicação. “A mídia é um setor, do ponto de vista econômico, tão regulável quanto qualquer outro”. Bernardo garantiu que as regras não visam censurar a imprensa, mas, em defesa da liberdade de expressão, “fazer o que o Senado está fazendo: criar uma lei de direito de resposta”. “Acho ruim quando recebo demandas cobrando marcos para impedir que as revistas façam capas contra determinada pessoa. Não vamos fazer marco para isso”.
O petista avalia que a melhor forma para se regular a imprensa é determinar que emissoras de rádio e de televisão tenham conteúdos locais, jornalismo regional e contemplem produção independente.

Conflito entre política e comunicação
Bernardo caracteriza como conflito de interesses quando um político é dono de um meio de comunicação. Nesse sentido, enaltece a existência “de uma lei para proibir deputados, senadores, governadores e prefeitos de serem proprietários de veículos de comunicação”.

Monopólios e oligopólios
Baseando-se na Constituição para defender a inexistência de monopólios e oligopólios na comunicação, Bernardo disse que é necessário discutir como será feita a limitação e citou exemplos de outros países da América. “Acho que a limitação tinha que ser em torno do percentual aceitável de audiência. A Argentina fez uma lei que não permite que um grupo tenha mais que um terço do mercado. O México está discutindo um percentual de 40%”.

Fonte: Comunique-se
Terça, 14 Maio