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"O maior inimigo da autoridade é o desprezo e a maneira mais segura de solapá-la é o riso." (Hannah Arendt 1906-1975)

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sexta-feira, 7 de setembro de 2018

Cerca de 30 mil pessoas acompanham o desfile na Esplanada


Um público estimado em 30 mil pessoas acompanha o desfile do 7 de setembro na Esplanada dos Ministérios, em Brasília. Desse total, de acordo com a Polícia Militar, 25 mil ocupam as arquibancadas instaladas no local e outras 5 mil pessoas estão espalhadas pelos arredores.

Nas arquibancadas já era difícil encontrar espaço uma hora antes da abertura do desfile. Entre os que tiveram que acompanhar em pé, várias crianças contaram com os ombros dos pais para conseguir ver as manifestações militares. Latões de lixo também foram usados e houve quem escolhesse os galhos das árvores para garantir uma visão privilegiada e engrossar os aplausos e gritos de apoio aos militares e alunos que desfilavam.

Os olhares só desviaram quando as primeiras aeronaves começaram a sobrevoar o local roubando as atenções. Os primeiros a surgirem no céu foram os helicópteros do Exército.

O clima seguiu com tranquilidade ao longo das primeiras horas do dia. A revista que geralmente é feita na entrada do local não foi necessária, segundo a PM. Ainda assim, policiais militares circulam por toda a Esplanada em motos, carros ou a pé, assim como bombeiros e batalhões especiais como o de enfrentamento de crise e policiamento com cães.

Muitos grupos aproveitaram a concentração para panfletar e tentar buscar novos votos para candidatos que estão na disputa eleitoral de outubro. Outros quiseram fazer um dinheiro extra e vieram para vender água, pipoca, bandeiras, camisetas e churros usando estruturas improvisadas ou até bandejas que eram passadas entre o público.

O comerciante Valdecir de Vasconcelos chegou às 4h da manhã para preparar os produtos. “Trouxe 500 churros e os seis vendedores que contratei já venderam tudo antes mesmo de o desfile começar. Agora vão para os carros de pipoca”, contou.

O desfile cívico-militar começou às 9h, logo após a chegada do presidente Michel Temer, que veio acompanhadoda primeira-dama Marcela Temer e do filho Michelzinho. Temer foi recebido pelo governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, e pelo ministro da Defesa, general Joaquim Silva e Luna. Em seguida, Temer recebeu as honras militares da Guarda Presidencial.

Também estão na tribuna presidencial para acompanhar o desfile os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil), Raul Jungmann (Segurança Pública), Eduardo Guardia (Fazenda), Esteves Colnago (Planejamento), Sérgio Sá Leitão (Cultura), Torquato Jardim (Justiça), Alexandre Baldy (Cidades), Carlos Marun (Secretaria Geral), Alberto Beltrame (Desenvolvimento Social) e Wagner de Campos Rosário (Ministério da Transparência e Controladoria Geral da União). Diferentemente de edições anteriores, não compareceram ao desfile deste ano os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia, e do Senado, Eunício Oliveira. Também não foi registrada a presenção de autoridades do Poder Judiciário.

Em 2018, o desfile conta com a participação de cerca de 4,5 mil pessoas e tem como tema a mensagem: "Celebre a história da nossa independência", que inclui homenagem a nomes importantes da história do país, como Dom Pedro I, José Bonifácio, Maria Quitéria, Tiradentes, Santos Dumont, entre outros. De acordo com o cerimonial da Presidência da República, o evento ainda marca o início da contagem regressiva para o bicentenário da Independência do Brasil, a ser celebrado em 2022. A apresentação deve durar cerca de duas horas. (ABr)


Sexta-feira, 07 de setembro, 2018 ás 11:00

quinta-feira, 6 de setembro de 2018

Quase 12 milhões de pessoas ainda não sacaram cotas do PIS, diz Caixa


Cerca de 11,8 milhões de brasileiros ainda não realizaram o saque das cotas do Programa de Integração Social (PIS) a que têm direito. O valor total disponível ultrapassa R$ 20,2 bilhões.

O prazo para o saque termina em 28 de setembro para os cotistas do PIS com idade inferior a 60 anos. Por força da Lei 13.677/18 e Decreto 9.409/18, os trabalhadores cadastrados no PIS entre 1971 e 4 de outubro de 1988 podem resgatar o dinheiro, independentemente da idade.

Segundo a Caixa Econômica Federal, até o fim de agosto, 8,3 milhões de cotistas sacaram o benefício, somando R$ 7,8 bilhões em pagamentos.

Deste total, 7,6 milhões de cotistas têm idade inferior a 60 anos e aproveitaram a janela temporal de disponibilidade para sacar R$ 6,7 bilhões. Cerca de 4,4 milhões clientes da Caixa receberam o valor por depósito automático em 8 de agosto.

Para saber se tem direito, o trabalhador pode consultar o site, informando o CPF (Cadastro de Pessoas Físicas) ou NIS (Número de Identificação Social), a data de nascimento e o valor que tem a receber, mediante a informação de senha na internet. Para realizar o saque, o trabalhador deverá apresentar documento oficial de identificação com foto.
Herdeiros

Os beneficiários legais, na condição de herdeiros, poderão comparecer a qualquer agência da Caixa, portando o documento oficial de identificação e o documento que comprove sua condição de herdeiro para realizar o saque.

Deverão ser apresentados o documento de identificação pessoal válido do sacador, o comprovante de inscrição do PIS (opcional, caso os dados apresentados não permitam a identificação da conta do PIS) e  documento que comprove a relação de vínculo com o titular, dentre os seguintes: certidão ou declaração de dependentes habilitados à pensão por morte expedida pelo INSS (Instituto Nacional do Seguro Social); atestado fornecido pela entidade empregadora (no caso de servidor público); alvará judicial designando o sucessor/representante legal; formal de partilha/escritura pública de inventário e partilha.

Saque por procuração

O saque poderá ser realizado pelo representante mediante procuração particular, com firma reconhecida, ou por instrumento público que contenha outorga de poderes para solicitação e saque de valores do PIS.
Mais informações estão disponíveis no site da Caixa.

(ABr)


Quarta-feira, 05 de setembro, 2018 ás 18:00

quarta-feira, 5 de setembro de 2018

Conta de luz pode arcar com R$ 88 bilhões no próximo ano

A conta de luz do consumidor pode ter que arcar com um aumento de até R$ 88 bilhões no próximo ano, segundo cálculo da Abrace (associação que reúne grandes consumidores de energia, como indústrias).

Esse valor vem de diversas fontes. Uma delas é a privatização da Eletrobras.

O projeto de lei que hoje tramita no Senado Federal e que busca transferir débitos das distribuidoras da estatal à conta de luz pode impactar em ao menos R$ 5 bilhões.

Além disso, a estatal cobra do governo que a União arque com os custos das distribuidoras durante o período em que operam como designadas -uma extensão temporária das concessões enquanto as empresas não são vendidas. O valor somaria R$ 11 bilhões.

“Somos favoráveis à privatização das distribuidoras, o que nos preocupa são os custos”, afirma o presidente da associação, Edvaldo Santana, que já foi diretor da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica).

Além disso, há gastos com as obras da usina nuclear de Angra 3, que está paralisada. Segundo a entidade, são R$ 15 bilhões já gastos e que podem ir para a conta de luz, além de outros R$ 17 bilhões que seriam necessários para concluir a obra.

“Não faz sentido, por mais que energia nuclear seja oportuna nesse momento. O dinheiro precisa ser considerado como perda. Por que o consumidor sempre precisa pagar pelas perdas?”, diz Santana.
Entre as propostas que a entidade apresentou aos candidatos à presidência estão a redução em intervenções no setor elétrico e o corte de subsídios.

Um dos principais subsídios criticados é aquele dado às fontes renováveis, cujo custo caiu fortemente no último ano, dando mais competitividade aos empreendimentos. “Não sei se ainda faz sentido [dar esse apoio]”, afirma.

“Mais da metade [dos gastos transferidos à conta de luz] pode ser reduzido sem grande esforço, só com um pouco de racionalidade. Mas, só se não deixar crescer, já é coisa para caramba.”

Santana também chama a atenção à escalada de custos com o combustível utilizado por usinas térmicas em regiões isoladas, onde não há linhas de transmissão que possam mandar energia de outras fontes.

Esse gasto é um dos principais impactos na conta de luz e mais do que dobrou desde 2011, diz ele.

Hoje, o estado de Roraima é o único que não tem nenhuma ligação com o sistema elétrico do país e depende em grande parte de energia vinda da Venezuela. Nesta terça (4), a Aneel anunciou um forte aumento das transferências de recursos com esse gasto por conta da crise no país vizinho.

A linha de transmissão que ligaria o estado ao sistema do país está travada por conta de problemas no licenciamento ambiental.

(Taís Hirata/Folhapress)


Quarta-feira, 05 de setembro, 2018 ás 18:00

Tabela com preços reajustados dos fretes é publicada no Diário Oficial


A tabela com os preços reajustados dos fretes está publicada no Diário Oficial da União desta quarta (5).

Os novos valores foram definidos depois de reunião entre integrantes do governo e da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), no Palácio do Planalto.

O ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, afirmou que os reajustes se basearam na variação de 13% no preço do diesel na refinaria, gerando média de aumento de 3%.
A nova tabela, assinada pelo diretor-geral da ANTT, Mario Rodrigues Júnior, está publicada, na seção 1, página 123.

A tabela considera o preço mínimo por quilômetro, eixo e carga transportada, além dos custos.

No sábado (1º) à noite, a ANTT informou que seria divulgada nova tabela, depois que a Petrobras anunciou o reajuste de 13% do preço do litro do óleo diesel nas refinarias.

Definida, em maio, pelo presidente Michel Temer por meio de medida provisória (MP), a tabela é resultado de uma negociação entre integrantes do governo, transportadoras e caminhoneiros. Porém, os valores são definidos pela ANTT. (ABr)


Quarta-feira, 05 de setembro, 2018 ás 07:00

terça-feira, 4 de setembro de 2018

Aneel aprova aumento de R$ 1,9 bi para conta de políticas públicas


A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou terça-feira (4/9) um aumento extraordinário de R$ 1,937 bilhão no orçamento da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), que passará de R$ 18,843 bilhões para R$ 20,053 bilhões. Com a medida, haverá aumento nas contas de luz. O impacto médio previsto nas tarifas será de 1,6% para os consumidores dos estados do Centro-Sul e de 0,3% do Norte e Nordeste.

O valor será repassado por meio da tarifa de energia, na conta de luz das distribuidoras de energia que ainda passarão por reajustes tarifários esse ano. Para as demais, o valor deverá ser compensado nos processos do ano que vem como componente financeiro.

A CDE é usada para custear diversas políticas públicas do setor elétrico brasileiro, como o subsídio à conta de luz de famílias de baixa renda; programas como o Luz Para Todos; pagamento de indenizações a empresas e compra de parte do combustível usado pelas termelétricas.

A revisão dos valores já havia sido proposta pela Aneel no início de agosto. Na ocasião, a pedido da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), que controla os repasses das CDE, a agência propôs um reajuste de R$ 1,446 bilhão. O aumento, no entanto, acabou 2% maior em relação ao previsto.
Segundo a agência, o aumento se deve, entre outros fatores, ao acréscimo de 20% nos descontos tarifários concedidos aos usuários dos serviços de distribuição de energia elétrica, em decorrência da migração de consumidores especiais de energia (com carga mínima de 500 kW) para o chamado mercado livre. Desta forma, os descontos passaram de R$ 6,944 bilhões para R$ 8,362 bilhões.

Também pesou a inclusão de mais recursos para cobrir os gastos da Conta de Consumo de Combustíveis (CC), que passaram de R$ 5,346 bilhões para R$ 5,849 bilhões. O montante maior de recursos, cerca de R$ 406 milhões, irá para o acionamento de usinas termelétricas em Roraima, por conta da eventual interrupção do fornecimento de energia elétrica da Venezuela para o estado.

De acordo com o diretor da agência e relator do processo, Rodrigo Limp, caso a linha de transmissão que vai conectar Manaus (AM) a Boa Vista (RR) estivesse pronta, o acionamento de térmicas não seria necessário. Ainda não foi concedido o licenciamento ambiental para iniciar a obra. “Se tivéssemos essa linha pronta, o fornecimento a Roraima seria mais seguro e muito mais barato”, disse Limp.

Outro fator que pesou no aumento foi a prorrogação, até dezembro, do regime de operação temporária pela Eletrobras das distribuidoras dos estados de Alagoas, Amazonas, Acre, Rondônia, Roraima e Piauí.

A medida impactou a Reserva Global de Reversão (RGR), outro fundo setorial que compõe a receita da CDE. Em razão da prolongação do regime temporário dos contratos de operações das distribuidoras, a conta deixará de receber cerca de R$ 770 milhões. (ABr)


Terça-feira, 04 de setembro, 2018 ás 19:00

Projeto da APAC quer humanizar mais o Sistema Prisional em Goiás


Com o objetivo de buscar parcerias e viabilizar convênio com o Estado de Goiás visando à destinação de recursos do Fundo Penitenciário Nacional (FunPen) para a implantação do projeto-piloto, inicialmente em Paraúna, da proposta e a metodologia de trabalho da Associação de Proteção e Assistência aos Condenados (APAC), foi realizada nesta terça-feira (29/8) uma reunião em Goiânia.

O encontro aconteceu no edifício-sede do Ministério Público de Goiás, com as presenças, entre outras, do diretor-geral de Administração Penitenciária, coronel Edson Costa, na qual foi feita a apresentação do estágio atual do projeto na comarca. O modelo é inovador e mais humanizado para a gestão prisional. A novidade deve chegar a todas as penitenciárias do estado.

O projeto da APAC também foi institucionalizado no âmbito do MP-GO como sugestão de ação que pode ser implementada visando à melhoria do sistema prisional no Estado, em cumprimento à prioridade do Plano Geral de Atuação (PGA) da instituição para o biênio 2018-2019.

As ações referentes ao projeto são articuladas pelo procurador-geral de Justiça, Benedito Torres Neto, e pelo coordenador do Centro de Apoio Operacional Criminal do MP, Luciano Miranda Meireles, a pedido do promotor de Paraúna, André Luís Ribeiro Duarte, que, juntamente com a juíza da comarca, Wanderlina Lima de Morais Tassi, idealizaram e estão apoiando a estruturação da APAC no município.

A APAC é uma entidade civil, sem fins lucrativos, que se dedica à recuperação e reintegração social dos condenados a penas privativas de liberdade. Opera como uma entidade auxiliar do Poder Judiciário e Executivo, na execução penal e na administração do cumprimento das penas.

Diante do alcance e da repercussão social do projeto, contudo, André Luís e a juíza vislumbraram a possibilidade de efetuar parcerias que possam contribuir para a conclusão das obras e implantação do piloto. Entre essas possíveis colaborações, está a obtenção de verbas do FunPen, a partir da formalização de um convênio com o estado de Goiás, por meio da DGAP.

Ao final ficou acertado que os promotores André Luís Duarte e Luciano Meireles, do CAO Criminal, vão elaborar uma minuta de um documento firmando essa parceria e também uma planilha orçamentária, que serão encaminhadas para análise da DGAP. A ideia é que sejam viabilizados recursos tanto para o investimento na implantação da APAC quanto para seu custeio.


Terça-feira, 04 de setembro, 2018 ás 11:00

segunda-feira, 3 de setembro de 2018

Litro da gasolina fica mais caro nos postos do país, diz ANP

A gasolina está mais cara no país. O preço médio do litro do combustível foi de 4,446 reais, segundo pesquisa divulgada nesta segunda (3) pela Agência Nacional do Petróleo (ANP). No levantamento anterior, os motoristas pagavam 4,429 reais pelo litro da gasolina.

O litro do diesel teve uma pequena alta e foi vendido em média a 3,373 reais. No levantamento anterior, de acordo com a ANP, o combustível era comercializado a 3,371.

Na semana anterior, a Petrobras anunciou aumento de 13% do combustível nas refinarias, levando em conta a alta do dólar no mês de agosto. Esse foi o primeiro reajuste desde junho, quando os preços foram congelados a 2,0316 reais o litro como parte da subvenção econômica oferecida pelo governo para acabar com a greve dos caminhoneiros.

A partir de agora, o reajuste do preço do diesel será feito mensalmente. O valor referência é composto da cotação do petróleo negociado no mercado internacional e do dólar no mês de referência.

O preço do botijão de gás também subiu para 68,39 reais ante 68,19 reais. O etanol também apresentou alta em relação ao levantamento anterior. Nas bombas o valor do litro do combustível era de 2,626 reais. Na pesquisa anterior, o álcool era vendido a 2,621 reais. (VEJA)


Segunda-feira, 03 de setembro, 2018 ás 18:00

Mercado financeiro reduz estimativa de crescimento da economia


Instituições financeiras consultadas pelo Banco Central (BC) reduziram a estimativa de crescimento da economia e da inflação neste ano. A informação consta do boletim Focus, publicado semanalmente pelo BC, com projeções dessas instituições para os principais indicadores econômicos.

A estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) passou de 4,17% para 4,16%, neste ano. Para 2019, a projeção caiu de 4,12% para 4,11%. Para 2020 e 2021, a estimativa permanece em 4% e 3,92%, respectivamente.

Para 2018 e 2019, as estimativas estão abaixo do centro da meta que deve ser perseguida pelo BC neste ano, de 4,5%, com limite inferior de 3% e superior de 6%. Para 2019, a meta é 4,25%, com intervalo de tolerância entre 2,75% e 5,75%. Para 2020, a meta é 4% e 2021, 3,75%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para os dois anos (2,5% a 5,5% e 2,25% a 5,25%, respectivamente).

Para alcançar a meta de inflação, o BC usa como instrumento a taxa básica de juros, a Selic, atualmente em 6,5% ao ano.

De acordo com as instituições financeiras, a Selic deve permanecer em 6,5% ao ano até o final de 2018. Para 2019, a expectativa é de aumento da taxa básica, terminando o período em 8% ao ano e permanecendo nesse patamar em 2020 e 2021.
Quando o Comitê de Política Monetária (Copom) aumenta a Selic, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Quando o Copom diminui a Selic, a tendência é de que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação.

A manutenção da taxa básica de juros, como prevê o mercado financeiro neste ano, indica que o Copom considera as alterações anteriores suficientes para chegar à meta de inflação.

Atividade econômica

A projeção para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – foi reduzida de 1,47% para 1,44% neste ano. Para 2019, 2020 e 2021, a estimativa para o crescimento do PIB continua em 2,5%.

A previsão do mercado financeiro para a cotação do dólar subiu de R$ 3,75 para R$ 3,80 no final deste ano e permanece em R$ 3,70 no fim de 2019. Para 2020, a estimativa cai para R$ 3,67 e, no final de 2021, se mantém em R$ 3,75. (ABr)


Segunda-feira, 03 de setembro, 2018 ás 09:00

sábado, 1 de setembro de 2018

Orçamento de 2019 prevê salário mínimo de R$ 1.006 e alta do PIB de 2,5%


O projeto de lei orçamentária (Ploa) apresentado pelo Ministério do Planejamento ao Congresso nesta sexta-feira prevê que o salário mínimo será reajustado para 1.006 reais em 2019. O salário mínimo atual é de 954 reais.

A projeção está acima da feita na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), que estimava o mínimo em 1.002 reais. O valor do salário mínimo que efetivamente será praticado só será definido no início do próximo ano. O reajuste segue uma fórmula que considera o crescimento real do PIB em 2017 (1%) e a variação do INPC em 2018, projetada em  4,20%. Além disso, será adicionado um resíduo do salário mínimo de 1,75 real, referente à diferença entre o IPCA previsto e o realizado em 2017.

A equipe econômica reduziu para 2,5% a previsão de crescimento do produto interno bruto (PIB) para o próximo ano. Na Lei de Diretrizes Orçamentárias, que fixa os parâmetros para o Orçamento do ano seguinte, o governo previa crescimento de 3,03% para a economia em 2019.
Em relação à inflação, a projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) foi mantida em 4,25% para 2019. A variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) para 2018, que servirá para fixar o salário mínimo em 2019, aumentou para 4,20%. Na LDO, aprovada pelo Congresso em julho, a previsão estava em 3,3%.

O Orçamento também incorporou a alta recente do dólar e do preço internacional do barril de petróleo. A estimativa para a taxa de câmbio média em 2019 passou de 3,33 reais para 3,62 reais. As projeções para a cotação média do barril de petróleo saltaram de 60,55 dólares para 74 dólares no próximo ano.

Regra de ouro

O PLOA 2019 mostra um rombo de 258,179 bilhões de reais na regra de ouro no ano que vem, informou o Ministério do Planejamento. Para cobrir essa insuficiência, o governo está condicionando despesas obrigatórias à aprovação, pelo Congresso Nacional no ano que vem, de um crédito suplementar para contemplar esses gastos.

A regra de ouro impede a emissão de dívida para pagar despesas correntes. A única exceção é a despesa que for financiada por meio desse tipo de crédito aprovado pelos parlamentares.

O governo condicionou 201,7 bilhões de reais dos valores destinados a benefícios previdenciários à aprovação desse crédito. É quase um terço da despesa do INSS prevista para o ano que vem.

Segundo o Planejamento, o critério adotado foi escolher despesas que não serão realizadas nos primeiros meses do exercício financeiro, “haja vista o tempo de tramitação e apreciação do crédito adicional no Poder Legislativo”.

Também ficaram condicionados 30 bilhões de reais em despesas do Benefício de Prestação Continuada (BPC), 15 bilhões de reais do Bolsa Família, 9 bilhões de reais de subsídios e 2,474 bilhões de reais da compensação ao Fundo do Regime Geral de Previdência Social.

(Com Estadão Conteúdo e Agência Brasil)


Sábado, 1º de setembro, 2018 ás 09:00

sexta-feira, 31 de agosto de 2018

Congelado há três meses, preço do diesel sobe 13% nas refinarias


A Petrobras anunciou na sexta (31/8) um reajuste de 13% no preço do diesel nas refinarias. Com o aumento, o litro do combustível passa de R$ 2,0316 para R$ 2,2964. O preço estava congelado há três meses como parte do acordo que pôs fim à greve dos caminhoneiros, deflagrada em maio deste ano.

Os novos preços entram em vigor a partir desta sexta e devem impactar diretamente o consumidor, apesar do repasse do reajuste para o preço final depender dos postos de combustível.
A tabela que passa a valer nesta sexta deve causar aumento nas bombas de mais de 14%, dependendo da região do país. Esse é o caso do Centro-Oeste, onde o preço do diesel vai passar de R$ 2,1055 para R$ R$ 2,4094. Na Região Sudeste, o preço do litro do combustível passa de R$ 2,1055 para R$ 2,3277; no Sul, de R$ 2,0462 para R$ 2,3143; os consumidores do Nordeste enfrentam aumento de 12%, com o preço do produto indo de R$ 2,0065 para R$ 2,2592. O menor preço praticado no país é no Norte, onde %, o preço do produto irá de R$ 1,981 para R$ 2,2281.

Com a divulgação da nova tabela, a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) ressaltou que “os novos valores refletem os aumentos dos preços internacionais do diesel e do câmbio no último mês”. Já a Petrobras afirmou que o novo valor “reflete a média aritmética dos preços do diesel rodoviário, sem tributos, praticados pela Petrobras em suas refinarias e terminais no território brasileiro”.

Os novos preços para o litro do diesel já levam em conta o subsídio de R$ 0,30 por litro do combustível garantido pelo governo federal também durante as negociações para o fim da greve dos caminhoneiros. O subsídio do governo, que vai até 31 de dezembro deste ano, somará um gasto de R$ 9,58 bilhões aos cofres públicos.

(Com informações da Agência Brasil)


Sexta-feira, 31 de agosto, 2018 ás 11:00

quinta-feira, 30 de agosto de 2018

Escola promove aula temática interdisciplinar para alunos do PAE em Águas Lindas


A Prefeitura de Águas Lindas de Goiás, por meio da Secretaria Municipal de Educação vem intensificando os trabalhos com turmas do Plano de Aceleração Educacional (PAE), que tem o objetivo, entre outros, de resgatar crianças e adolescentes que estavam desestimulados com os estudos.

A Escola Municipal Érico Sousa, turma das professoras Rai e Silvia Amorim com a coordenação da professora Ronny Mary realizaram nesta terça-feira (28), uma aula temática interdisciplinar com alunos do PAE. 

Foram trabalhadas as disciplinas de português e matemática, com produção de texto e estudo das operações, frações, entre outras.  Para desenvolver as tarefas as professoras, com a participação dos alunos, produziram receitas culinárias e bolos em sala de aula. Ao final do projeto será confeccionado um livro com 10 novas receitas.

“Os alunos irão produzir as receitas, praticando assim a produção de texto, leitura e outros temas podendo também compartilhar esses trabalhos com sua família. A cada aula são trabalhadas duas receitas com os alunos”, destacou Silvia Amorim. Mais de 80% dos alunos do PAE já alcançaram o nível ortográfico.

O Projeto de Aceleração Educacional recebe elogios de pais e mães de alunos da Rede Municipal de Ensino pelos resultados expressivos na vida de mais de 800 alunos que foram inseridos no projeto. O secretário de Educação, Deusimar Macedo, explica que o PAE, tem na sua estrutura especialistas de todas as áreas, como equipe de formação de professores, apoio do BIAE, Serviço Social nas Escolas, fonoaudiólogo, equipe do CEMEI, Departamento Pedagógico e Evasão Zero. 

“É Importante destacar o comprometimento dos gestores, coordenadores e professores no processo educacional. O PAE é um sucesso. É um projeto que o prefeito Hildo do Candango constituiu como política pública, pois, ensina a criança deixada à beira da margem social a integrar uma sociedade de fato e de direito. Isto coloca o município de Águas Lindas à frente, respeitando o Estatuto da Criança e Adolescentes (ECA) e a sociedade como um todo, dando um grande exemplo de inclusão social”, disse Deusimar.

Da Assessoria de Comunicação da Prefeitura / Fotos: ASCOM


Quinta-feira, 30 de agosto, 2018 ás 18:00

Governo realiza leilão de três distribuidoras da Eletrobras nesta quinta (30)


O governo faz nesta quinta-feira (30/8) o leilão de três distribuidoras da Eletrobras: Companhia de Eletricidade do Acre (Eletroacre), Centrais Elétricas de Rondônia (Ceron) e Boa Vista Energia, de Roraima.

O lance viva-vos e a posterior abertura do envelope de habilitação estão marcadas para as 15h na sede da B3, antiga BM&FBovespa, em São Paulo.

Durante a sessão pública de hoje serão abertas as propostas econômicas apresentadas pelos investidores interessados. As distribuidoras serão vendidas pelo valor simbólico de R$ 50 mil. Vence o certame quem ofertar o maior valor de deságio na tarifa elétrica definida pela pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

O contrato de concessão deverá ser assinado entre os dias 31 de outubro e 5 de dezembro – este prazo máximo está apenas a 25 dias da data final autorizada pelos acionistas da Eletrobras como o limite para que a estatal continue operando as distribuidoras como designada.

Conjunto
As três distribuidoras integram um conjunto de seis que o governo espera privatizar até dezembro. Em julho, foi vendida a Companhia Energética do Piauí (Cepisa).

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico (BNDES), responsável pelo processo, confirmou, em comunicado ontem (29), a realização do leilão de três distribuidoras da Eletrobras.

Cronograma

No último dia 17, o BNDES alterou o cronograma de realização do leilão de venda e reagendou para o dia 26 de setembro o leilão da empresa Amazonas Distribuidora de Energia (Amazonas Energia).

O leilão da Companhia Energética de Alagoas (Ceal) ainda está suspenso em decorrência de uma decisão judicial do ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), que impediu a venda da companhia, após ação movida pelo governo de Alagoas. (ABr)


Quinta-feira, 30 de agosto, 2018 ás 07:00

quarta-feira, 29 de agosto de 2018

Secretaria de Saúde promove fortalecimento do núcleo de educação permanente


O Núcleo de Educação Permanente da Secretaria Municipal de Saúde promoveu mais um grande encontro para dar continuidade ao processo de fortalecimento da rede municipal de saúde. O evento aconteceu no auditório do Instituto Federal de Goiás – Campus Águas Lindas e contou a presença de profissionais que atuam na área de diversos departamentos com o objetivo de aprimorar as práticas no atendimento ao usuário.

O secretário de Saúde, Eduardo Rangel, esteve no encontro agradecendo a todos os presentes pelo compromisso em aprender cada vez mais para ampliar a oferta do atendimento. “É muito bom observar a participação de vocês nas palestras promovidas pelo Núcleo de Educação Permanente que tem como principal objetivo a troca de informações para aprimorar os processos de atendimento à nossa população”, disse o secretário.

O Núcleo de Educação Permanente da Secretaria Municipal de Saúde é formado por uma equipe multiprofissional, eles são os agentes multiplicadores, pois participam das diversas capacitações na busca de aprimoramento e replicam o conhecimento adquirido nestes encontros de forma que todo o sistema tenha as informações necessárias para implantar as mudanças.

Segundo o secretário, a implantação do Núcleo de Educação Permanente, foi possível em virtude da PORTARIA N° 3.194, DE 28 DE NOVEMBRO DE 2017 que dispõe sobre o Programa para o Fortalecimento das Práticas de Educação Permanente em Saúde no Sistema Único de Saúde. “Esta era uma ação muito cobrada pelos gestores em saúde de todo o país e enfim foi publicado este importante instrumento para o aprimoramento das praticas no sistema”, esclareceu Eduardo.

Com esta medida o Ministério da Saúde visa a descentralização da gestão setorial promovendo o desenvolvimento de estratégias e processos com intuito a integralidade da atenção à saúde individual e coletiva, e do incremento da participação da sociedade nas decisões políticas do SUS.

Da Assessoria de Comunicação da Prefeitura/ Fotos: ASCOM


Quarta-feira, 29de agosto, 2018 ás 18:00

Brasil tem mais de 208 milhões de habitantes, diz IBGE

O Diário Oficial da União (DOU) traz quarta-feira (29/8), a mais nova estimativa da população brasileira feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De acordo com os dados, o País já conta com mais de 208 milhões de habitantes, quantidade superior aos 207,6 milhões registrados no ano passado. O número atualizado é de 208.494.900.

Três Estados do Sudeste estão no topo da lista dos mais populosos. São Paulo lidera, com 45.538.936 de habitantes – a capital do Estado tem hoje 12.176.866 de pessoas. Depois, vêm Minas Gerais, com 21.040.662 de habitantes; e Rio de Janeiro, com 17.159.960.

No Nordeste, a Bahia tem a maior população da região, com 14.812.617 de habitantes. No Sul, Paraná e Rio Grande do Sul quase empatam no número de pessoas, com 11.348.937 e 11.329.605 de habitantes, respectivamente. No Norte, o Estado do Pará é o mais populoso, com 8.513.497 de habitantes; e, no Centro-Oeste, o Estado de Goiás, com 6.921.161 de habitantes.

Entre outros objetivos, a nova estimativa será utilizada para o cálculo das cotas dos fundos de participação de Estados e municípios. Os dados têm data de referência em 1º de julho de 2018 e estão organizados por Estados, Distrito Federal e municípios.
  (Estadão Conteúdo)


Quarta-feira, 29de agosto, 2018 ás 07:00

terça-feira, 28 de agosto de 2018

Para 72% dos varejistas, economia piorou nos últimos meses, diz CNC


O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) recuou 2,5% de julho para agosto, na série dessazonalizada, fechando o mês em 103,7 pontos. Os dados foram divulgados terça-feira (28/8), no Rio de Janeiro, pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

Ela atribui a queda “às frustrações decorrentes do fraco desempenho da economia, que fizeram com que 72% dos empresários do varejo observassem deterioração significativa do cenário econômico brasileiro nos últimos meses”.

O levantamento mostra que o subíndice que analisa a avaliação das condições da economia encolheu 6,1% na passagem de julho para agosto e, pela primeira vez em mais de dois anos, retrocedeu no comparativo anual, ao cair 2,6% em relação a agosto do ano passado.

Já a expectativa em relação ao desempenho econômico do país, ao fechar agosto em 133,7 pontos, atingiu seu menor patamar dos últimos 12 meses.

“A elevada incerteza do cenário político a menos de um mês e meio do primeiro turno das eleições nos leva a projetar um crescimento menor das vendas no segundo semestre”, justificou o chefe da Divisão Econômica da CNC, Fabio Bentes.
Para ele, “a desvalorização do real, o ritmo fraco do mercado de trabalho, as pressões de custos e o cenário externo mais desfavorável têm levado a economia e o comércio ao mais fraco ritmo de crescimento dos últimos meses”, enfatizou.

Geração de 34 mil postos de trabalho no varejo

Este cenário menos favorável ao consumo e as expectativas menos positivas para o setor levaram o subíndice relativo aos investimentos a acusar a mesma tendência dos demais indicadores do Índice de Confiança do Empresário do Comércio, recuando 0,9% de agosto para julho.

Apesar deste cenário negativo, dentre os componentes relativos aos investimentos, a contratação de funcionários aponta o futuro de forma mais positiva: acima dos 100 pontos, uma vez que mais da metade dos empresários do setor (56,9%) ainda pretende aumentar o quadro de funcionários nos próximos meses.

Com isso, a expectativa da CNC quanto à geração de postos de trabalho no varejo ainda se mantém positiva (+34 mil postos de trabalho em 2018), mesmo ante o menor otimismo diante das previsões traçadas no início do ano.

No ano passado, o comércio varejista já havia registrado seu primeiro saldo positivo de vagas formais, ao fechar o ano com a criação de 30,2 mil postos de trabalho, após acumular corte de 351 empregos formais durante a recessão. (ABr)


Terça-feira, 28 de agosto, 2018 ás 14:00